por Goethe Ramos, colaborador e analista de sistemas
Decisivamente a Internet torna-se fundamental para as campanhas políticas ano a ano. Sua influência é cada vez maior como, por exemplo, as prévias para as eleições norte-americanas em que Democratas e Republicanos usam os recursos da rede amplamente.
De acordo com um estudo da Pew Research Center, 15% dos eleitores americanos recorrem à Internet para obter informações sobre a campanha. Não é um número alto – principalmente quando comparado com a televisão, fonte de informação para 60% dos eleitores -, mas os sites já são mais consultados do que os jornais (12%), o rádio (8%) e as revistas (2%).
O número também apresenta um crescimento expressivo quando comparado com o de quatro anos atrás, quando George W. Bush foi reeleito. Nas eleições de 2004, os sites foram consultados por cerca de 6% dos eleitores.
Barack Obama vem levando vantagem e garantindo uma ampla parcela do público jovem, atento ao mundo virtual e usa, com competência, os recursos da rede.
Acompanho de longe a guerra das prévias norte-americanas e noto mais descontração e, em conseqüência, a maior participação dos jovens, grande parte trazidos pela informalidade do mundo virtual. O aumento da participação da juventude está se tornando decisiva na escolha do candidato dos Democratas.
O grande lance de humor e descontração nas prévias norte-americana, sem dúvida, tem sido a participação da Obama Girl (Garota Obama) com seus vídeos amadores, por exemplo “I Got a Crush…On Obama”, publicado no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=wKsoXHYICqU ) que é um grande sucesso, com milhões de visitas e milhares de comentários. A Contribuição da Internet para a onda OBAMA entre os jovens norte-americanos é inquestionável.
E no Brasil, como vai ser em 2008?
25 respostas Até agora ↓
Zé // 25 Fevereiro, 2008 às 9:29 am |
O que mais impressiona, além da “Obama Girl” é claro, são os 6 milhões e meio de visitas que o video teve… e os milhares de comentários e avaliações…
Bem… se fossemos pensar em “girls no Brasil” …
A Lú Alckmin seria a “Alckmin Girl”… nada mau!!!
A Patrícia Pillar seria a “Ciro Girl”… Que sonho!!!
Já a “Lula Girl”… hahahah… Que pesadelo!
Clayton // 25 Fevereiro, 2008 às 10:04 am |
Parabenizo o Política Direta pelos artigos de bom gosto e de visão não tendenciosa, pois, necessário se faz que os brasileiros se interessem mais pela política brasileira e menos pelos “anestésicos de massa” que desvirtuam a visão dos brasileiros para assuntos de segunda importância como futebol, novela e carnaval, enquanto os maiores interessados no “rebaixamento cultural” das massas galgam posições cada vez maiores na política, nas finanças e no controle de nosso país. Nesse despertamento, acho que vale a pena até mesmo em investir em modelos brasileiros das “Obama Girl´s”.
Já pensaram em quantos votos ganharia a Juliana Paes?
Lairson // 25 Fevereiro, 2008 às 11:15 am |
Infelizmente no Brasil a Internet ainda vem sendo usada de forma tímida pelos candidatos. Muitos deles não se atinaram para o poder massivo que a Internet tem.
Se os números americanos mostram progresso.. Aqui não é diferente. Cada vez mais o brasileiro está imerso nesse mundo e as iniciativas de inclusão digital são cada vez maiores.
Hoje, quem ainda não tem Internet em casa, tem no trabalho, tem no cybercafé, ou no telecentro da favela.
Vamos torcer para que dessa vez, o palco sirva mais para a apresentação de soluções para os problemas brasileiros que para ataques polarizados entre PT e PSDB.
Waldemar // 25 Fevereiro, 2008 às 12:21 pm |
Muito boa e oportuna sua publicação.
Em marketing isso eu fez o Sr, Obama se chama Marketing Viral, ou seja você faz uma coisa legal assim como esse vídeo e as pessoas passam de uma para outra ate mesmo sem perceber o fato levando sempre a mensagens, assim como vc levou até a gente e nós levaremos até outras pessoas. A questão é que todos e até mesmo você e eu vimos o vídeo e recebemos a mensagem, lógico se fosse uma mulher feia poucas pessoas teriam visto o vídeo mas isso é outra conversa.
No Brasil os políticos ainda não conhecem esse tipo de ação e ainda estão longe de ver a força da Internet, quem sabe nas próximas eleições eles vejam o beneficio e apostem nela.
vera nilce // 25 Fevereiro, 2008 às 12:42 pm |
Bem , no Brasil os políticos ja deveriam usar a internet pra divulgar programas de forma clara aos seus eleitores e possíveis eleitores , portanto os partidos investirem na propaganda virtual , inclusive com bom humor, pra divulgar sobre seus candidatos é válido já que brasileiro adora isso. Bom humor poderia até neutralizar as informaçoes , muitas sem fundo de verdade e agressivas, que circulam na internet e que as pessoas nao filtram antes de passarem adiante e que acabam formando opinião.
Os políticos têm que atentarem na influencia da internet. para fazerem campanha.
O artigo é procedente, parabéns ao articulista por chamar a atençao sobre o assunto , usar a internet hoje é fundamental pois é onde mais rapidamente se chega às pessoas com as informações, sem esquecer que ela é usada para o bem e para o mal.
Que se use a internet entao pra formar melhor nossa populaçao sobre política e cidadania é funçao dos partidos políticos , acredito .
Sifredo Macedo // 25 Fevereiro, 2008 às 1:40 pm |
Concordo que a internet é cada vez mais importante para a divulgação de ideias, ou o uqe quer que seja, temos recentemente exemplos de fenomenos de internet.
Ha pouco mais de um ano tinhamos um cantor, Iraniano se não me engano, como a musica mais ouvida nas radios de Londres e o tal cantor nunca tinha gravado um unico CD e nem tinha dado um shows em Londres. a divulgação era somente pela internet.
Na eleiçoes não podem ser diferentes, na ultima eleição Belga uma candidata ao senado, Tania Derveaux, resolveu lançar uma campanha inusitada onde alem de posar seminua nos cartazes de campanha, ainda oferecia mais de 400.000 “blowjobs” para quem se inscrevesse no seu site. Apesar de ter mais de 1 milhão de acessos, conseguiu apenas 3.303 votos.
Portanto não basta a Internet, tem que aparecer em outras midias, afinal a televisão ainda é a maior fonte de informação (60%), no Brasil acredito que o radio ainda tem um percentual muito grande. Tem que ter propostas, enfim a Intenet é um meio de divulgação, que tende a crescer e muito nas proximas eleições. Mas não pode ser o unico nem o principal.
Sou um cara de Tecnologia e tanto acredito na Internet como fonte de informações, que hoje não assino nenhum jornal ou revista, me informo nos principais blogs de noticias, esportes, politica etc.
Ah! parabens pelo espaço. É sempre bom termos mensagens claras do que acontece. Esse será mais um dos canais de noticias diarios que irei acessar.
Raimisson Miranda // 25 Fevereiro, 2008 às 1:47 pm |
Como já tive um certo tempo aula de ciências politicas, ao meu ver, estas cenas vulgarizam a seriedade que os eleitores procuram em seu futuro representante. É indiscutivel e considero até de enorme importancia atualmente a divulgação e ampliação da campanha por este meio de comunicação que domina o mercado e atrai atenção como nunca visto.
por outro lado da analise, vemos o lado “humano e sociavél” deste ilustre candidato.. O qual interage com seus eleitores, e que, tal será acessivel e presente junto aos eleitores e problemas sociais. Ora, outrora a internet era um bicho de 7 cabeças, vejamos um clip desses, com pouco mais de 6,546,497 milhões de acesso..
Será que a sociedade dispertou para a importância de tal meio de comunicação?.
Fazendo um paralelo com tema abordado, dias atrás Ivete Sangalo (Cantora Brasileira) recebeu disco de reconhecimento por ser a cantora brasileira responsável por vendas de milhões de clips e mp3s da música birinbal metalizado, disponivel no portal claro.
Sobre a Obama Girl, que delicia (risos).
Sandra // 25 Fevereiro, 2008 às 1:52 pm |
Hoje só fica desinformado quem quer!
Existem vários meios de procurar algum assunto ou notícia. Os jornais, revistas, tv, rádio, internet estão ai pra isso.
Como diz o artigo, no momento a internet é o meio de comunicação mais procurado e creio eu que isso só vai crescer!
Maurício // 25 Fevereiro, 2008 às 2:20 pm |
Dois aspectos a observar: não há dúvida quanto à importância da Internet enquanto fonte de informação para inúmeras áreas. Fica um desafio para a turma de TI aprimorar (pois já existe) uma ferramenta de análise de tendências através da busca de informações publicadas na Web, apresentando resultados consolidados; particularmente para o meio político, um diferencial e tanto para os candidatos avaliarem suas campanhas e suas gestões quando eleitos. Com relação ao outro ponto do artigo (Garota Obama), não sei onde começa a “simpatia” pelo candidato e onde termina o “voto de protesto.
Guilherme // 25 Fevereiro, 2008 às 2:28 pm |
Realmente estamos vivendo cada vez mais a era virtual e do show business. E nesse jogo ganha quem tem mais dinheiro e apelo com as diversas classes sociais.
Por outro lado a internet se apresenta como excelente alternativa, tendo a seu favor uma relação custo-benefício imbatível. Nenhum outro veículo é capaz de alcançar tantos por tão pouco. E ainda ganha na capacidade de segmentação, levando a informação ao seu consumidor ideal, que por sua vez é filtrado pelo seu histórico de navegação. Esta já não pode mais ser considerada uma tendência. É um fato! Até o meio político se rendeu a ela. Desta forma, podemos dizer que aqueles que não fazem uso da rede mundial como meio de divulgação são, no mínimo, ingênuos ou desatualizados. O Brasil ainda caminha um passo atrás nesse quesito. Mas o seu andar está mais acelerado e o número de brasileiros conectados vem crescendo exponencialmente. Levaremos ainda alguns anos para chegar ao nível dos americanos, mas quem sair na frente terá o futuro nas mãos.
erika ferreira // 25 Fevereiro, 2008 às 3:40 pm |
No Brasil creio que futuros candidatos ao novo pleito eleitoral já estão antenados quanto ao caráter informativo que a internet proporciona aos seus eleitores, apostando na inovação tecnologica para apresentar suas metas de trabalho.
Vamos aguardar…
Aproveitando, parabenizo ao politica direta pelo espaço.
Gustavo // 25 Fevereiro, 2008 às 3:49 pm |
Goethe:
- Como perdi meu comentario devido a falta de validação do formulario de envio, e já havia escrito mais de 12 linhas, digo – em protesto – que eu tenho uma queda pela garota obama! Prova efetiva que o uso dirigido de qualquer midia traz resultados! Eh esperar pra ver o que nossas mentes estão a produzir.
Viviane // 25 Fevereiro, 2008 às 10:19 pm |
A internet tem a cara do jovem: interativa, inquieta, renovadora, veloz. Se os políticos e seus partidos começarem a apostar fortemente nessa mídia, tendem a ganhar o voto de um público que pouco se interessa pelo horário eleitoral ou pelos debates que ocorrem sempre à meia-noite.
O jovem é um ator dinâmico, e que quer participar da vida da comunidade, porém, não encontra canais abertos e atrativos para expressarem sua opinião.
Iniciativas como a garota obama são por eles bem vistas: divertida, informativa, com apelo aos signos da juventude.
A internet, pode até não ser decisiva no processo eleitoral que se aproxima…mas com certeza esse momento chegará.
Goethe Ramos // 26 Fevereiro, 2008 às 9:34 am |
Galera!!
Em primeiro lugar, gostei da qualidade dos comentários. O objetivo principal da mensagem foi registrar o crescimento continuo da Internet nos processos eleitorais pelo mundo e a participação da juventude. O Sifredo acha que é preciso conteúdo, concordo com ele. Sabemos que o internauta é um ator ativo e precisa ser respeitado. A galera está ciente que Internet é um canal fundamental para quem quer se comunicar com sociedade. A Viviane falou da cara da juventude na Internet e a falta de canais atrativos na sociedade formal, assim sendo, os jovens ampliam a cada dia sua participação na rede e criam novos espaços. E finalmente, considero as eleições americanas tão importante que todos nós, deveríamos ter o direito de votar para escolher o mandatário do império do norte. Se fosse possível, quero registro que minha candidata é a Hillary Clinton.
heheheh
Zé // 26 Fevereiro, 2008 às 9:38 am |
Discordo de voce Goethe, quando voce diz que todos deveriamos poder votar nas eleições americanas…
Eles já são tão estrelas que essa “democracia” seria um atestado de “donos do mundo”.
E o meu candidato é o Osama mesmo… Digo.. OBAMA.. com B!
Goethe Ramos // 26 Fevereiro, 2008 às 9:58 am |
Caro Zé,
Você pode tá certo.
Deixo claro que não tenho nada contra o Obama.
Tenho um detalhe para comentar com vocês, a alguns meses me cadastrei no site do The Democratic Party (http://www.democrats.org/)
estou participando das prévias, criei comunidade “Brasileiros que apóiam Hillary, convidei amigos e estou pensando em escrever um blog. Hehehe isso para acompanhar de perto o uso Internet para a participação politica. Aguardem que esse passeio tem desdobramento, teremos novidades nos sites partidários nos próximos dias, meses…
Sam Shiraishi // 26 Fevereiro, 2008 às 1:55 pm |
Olá
encontrei seu blog quando escrevia o artigo Direitos para um mundo mestiço e gostaria de ter seu comentário lá se desejar.
Como você, eu declarei minha simpatia pelo Obama.
Sam
Sam Shiraishi
A Vida Como A Vida Quer
Nossa Via
Homero Mateus // 26 Fevereiro, 2008 às 5:05 pm |
Caro Goethe,
Parabéns pelo texto. O crescimento da internet como o maior veículo de notícias, marketing e o que mais se possa imaginar é inquestionável. Mas acredito que olhando fundo para os momentos políticos desastrosos q temos passado ultimamente nossos canditado vão precisar muito mais do que simples jargões legaizinhos e engraçadinhos para fazer com os jovens do nosso país se interessem pelas programas e idéias colocados pelos candidatos. Nossos jovens já são brilhantes em tudo o que querem fazer, o que falta é q a geração que hoje habita o poder faça com que todos tenham orgulho de ser brasileiro e de participar ativamente dos nossos movimentos, sejam eles na rede ou não. Se bem que eu sou brasileiro e não desisto nunca. Grande abraço
Rejane Linda // 27 Fevereiro, 2008 às 9:38 am |
Isso que é amor pelo Obama rsrsrs…
Adorei o artigo e vejo que em nossos
tempos atuais a internet nos ajuda muito, para
ficarmos a par de tudo que está acontecendo
no meio politico, e com os vários artigos, e informações
que vêm sendo anunciados em tempo record pela internet.
Adorei a matéria parabéns Goethe…
Grande abraço
Diego Maximino // 27 Fevereiro, 2008 às 9:56 am |
Muito bom o artigo Goethe,
Mais em relação aos eleitores brasileiros, acho que a internet ira atingir mais os eleitores jovens como nos estados unidos. A internet no Brasil é um meio de comunicação que não chega a grande massa da população. Por isso que a televisão tem que ser mais transparente e mostrar todos pobres, vi hoje na CBN, que tem um projeto para divulgar a lista de candidatos nas propagandas eleitorais que tem processos para serem julgados, acho uma forma interessante de mostrar ao povo em quem estão votando. Mais é isso ai, abraço Goethe.
Enio // 27 Fevereiro, 2008 às 10:08 am |
De fato, o artigo é super interessante, pois mostra mais um meio que possibilita ao eleitor consultar para decisão do seu voto. Mas, acredito que maior público atingido no Brasil, também será os jovens, visto que correspondem ao maior número de acessos à internet. Nesse sentido, tem-se a necessidade de que a rede televisa seja extremamente clara, considerando que a internet não atinge a grande massa populacional.
Parabéns Goethe pela iniciativa.
Giovanna Cantuaria // 27 Fevereiro, 2008 às 10:31 am |
A internet não é só mais um meio de comunicação, mas um revolucionário meio de comunicação que interage o mundo inteiro em tempo real. Ferramenta esta que, sabiamente, a política mundial explora para angariar votos em suas campanhas, principalmente, daquela parcela da população que se dizem menos interessada em política, os jovens, com sites, blogs, e-mails… Concordo quando disseram que a internet, apesar de seu poder de interação, não será fator decisivo numa eleição. Mas não acredito que num futuro isso possa ocorrer, principalmente no Brasil, onde os nossos políticos cada vez mais substimam a nossa capacidade de discernimento do bom e do ruim, do bem e do mal, do honesto e dos desonestos, do progresso e do caus. O perfil de seus usuários, geralmente, são pessoas que não se deixam influenciar, tem um posição e opinião definidas. E em termos de Brasil, ainda somos muito movidos pela imagem, ação, sons… e a internet ainda é um meio frio nesse sentido e privilégio de poucos no Brasil.
Adriano Ponce // 27 Fevereiro, 2008 às 3:07 pm |
Amigo Goethe,
Você tocou em um ponto fundamental de mudança nas eleições dos Estados Unidos que foi visto a pouco tempo também aqui no Brasil. As campanhas se tornaram virtuais, e isso tem chamado à participação do grupo jovem, que tem visto a política não como uma chatice, mas uma nova forma de expressão. Nossos jovens já nascem polítizados, devido aos recursos tecnologicos e da tecnologia da informação. Tenho uma queda por Obama, não por suas propostas e ideais, mas pela forma de fazer política. “SEJAM TODOS BEM VINDOS AO NOSSO COMITÊ VIRTUAL, O MUNDO DAS IDÉIAS”.
Adriano Ponce – Colaborador e Analista de Sistemas.
Bruno Milhomem // 27 Fevereiro, 2008 às 5:34 pm |
O melhor dessa história de campanha pela internet é que ela está conseguindo fazer com que o jovem volte a se interessar por política.
E acredito que em alguns anos o Brasil vai estar assim, bem organizado politicamente na internet. E que venham as ‘Obama Girls’ brasileiras!
Éderson Marques // 4 Março, 2008 às 11:20 am |
Definitivamente, 2008 será uma prévia de 2010. No Brasil, os políticos começam a perceber o potencial da internet. Muitos já procuram empresas especializadas para tratar do tema. Outros contratam jornalistas que saibam pelo menos o básico da rede.
O aumento constatado nas eleições americanas, no que diz respeito ao uso da rede, dá prosseguimento ao que ocorreu na França em 2007. Dinamismo, objetividade, agressividade… enfim, tudo se pode construir na internet.
O uso de sites pessoais, ataques em áreas de relacionamento e até mesmo o eterno mailling podem ser decisivos. Mas para isso, além dos espaços disponívies, se faz necessário pessoal capacitado. E, além da pouca habilidade dos políticos, no Brasil ainda falta muita mão-de-obra nesse sentido.
No mais, Obama neles!